Terrorismo imperial




Ontem, 14/04/2013, um drone dos EUA destruiu uma casa em Datta Khel, em Miranshah, principal cidade do Waziristão, a região rebelde do norte do Paquistao, na fronteira com o Afeganistão, matando cinco pessoas. Seis aviões participaram do atentado, segundo moradores, mas apenas um lançou dois mísseis.
Este é o mais recente ataque de uma extensa série de centenas de agressões a todas as leis internacionais sem que haja nenhuma iniciativa de envergadura para responsabilizar o governo criminoso dos EUA. Já há um bom tempo, os serviços norte-americanos de inteligência e associados passaram a nomear todas as vítimas como “militantes suspeitos” ou *insurgentes”, embora sejam incapazes de reconhecer a identidade dos mortos. A expressão passou a ser obrigatória na imprensa gangsterizada do capital. O número de pessoas eliminadas pela tecnologia drone já passa de 3557, segundo fontes britânicas. O governo procura ligá-las à insurgência, apesar de não oferecer evidências de tal associação.


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