Friday, June 26, 2009

FORA SARNEY

Aqueles que acreditam ser urgente uma reforma política no Brasil devem parar e pensar quem será o agente de tal mudança. Alguém acredita seriamente que os nossos políticos sejam capazes de construir instituições sólidas, respeitáveis, comprometidas com uma fiel representação política da população? O atual escândalo envolvendo o senador José Sarney é apenas mais um de uma série interminável de fatos lamentáveis que nos enchem de vergonha e indignação. Contudo, o rei do Maranhão é apenas o lado para o qual a mídia joga os holofotes, na verdade, a lama é comum a todos os membros do Senado.

Já não basta a denúncia política. Já é hora de construirmos uma consciência política popular revolucionária que ponha por terra as quadrilhas que tomaram o poder graças a um processo eleitoral viciado e espúrio. Qualquer Reforma Política advinda dos atuais bandidos que infestam o parlamento só pode ser compreendida como jogo de cena, mecanismo de manutenção do poder mediante modificações na maquiagem da estrutura que o constitui.

Zantonc

As imagens abaixo estão espalhadas pela Internet.






















Friday, June 19, 2009

FORA YEDA



ATO PELO FORA YEDA REÚNE CINCO MIL PESSOAS EM PORTO ALEGRE

Desta vez sem chuva e com a temperatura na casa dos 17ºC mais de cinco mil vozes pediram nas ruas do centro de Porto Alegre, o impeachment da governadora Yeda Crusius (PSDB). A manifestação foi organizada pelas centrais sindicais, movimentos sociais e estudantis e Fórum dos Servidores Públicos Estaduais – FSPE-RS.

O dia de protesto começou em frente ao Ministério Público Federal e seguiu em direção ao Palácio Piratini, passando pelas ruas Mauá, Borges de Medeiros e Jerônimo Coelho. Em frente ao Palácio, munidos de vassouras e baldes com água, os manifestantes lavaram a calçada que separa a sede do governo gaúcho e a Assembleia Legislativa.




Do Legislativo, foi cobrada a imediata instalação da CPI da Corrupção. De acordo com pesquisa do Instituto Datafolha, 57% da população gaúcha entende que o Governo Yeda está envolvido em corrupção. Destes, 70% querem o seu imediato afastamento e 80% acham necessária a instalação da CPI. Historicamente, o povo gaúcho não aceita governos corruptos.

“A CPI é uma forma de se averiguar as irregularidades apontadas e que a sociedade gaúcha tem cobrado. Precisamos enfrentar o Governo Yeda, barrar os ataques aos direitos dos trabalhadores, reinstalar a democracia no estado e acabar com a corrupção que se instalou no Palácio Piratini”, destacou Rejane de Oliveira, presidente do CPERS/Sindicato, e que falou em nome do FSPE-RS.

























O autoritarismo do Legislativo gaúcho, verificado em recente vigília dos servidores públicos na Praça da Matriz, também foi lembrado durante a manifestação desta manhã. Opresidente do Sindicaixa e membro do FSPE-RS, Érico Correa, lembrou do episódio em que a direção da Casa Legislativa determinou que a segurança retirasse faixas e banners usadas no protesto.

A administração estadual está envolvida em denúncias de corrupção. Somente do Detran foram desviados R$ 44 milhões. A sociedade está envergonhada diante de tantos escândalos. Como se não bastasse à crise moral, Yeda não tem medido esforços para destruir os serviços públicos, atacar as carreiras e as organizações dos servidores públicos e criminalizar os movimentos sociais.

As centrais sindicais, os movimentos sociais e estudantis e o FSPE-RS deixaram claro que não darão trégua a um governo em permanente crise, envolvido em corrupção e que insiste em atacar os direitos dos trabalhadores. Os servidores públicos voltaram a afirmar que não aceitam alterações nos planos de carreira.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
Fotos: Caco Argemi

Momentos do ato pelo Fora Yeda

Por Higino Barros, da Interlig Propaganda



*** Na frente da sede do Ministério Público Federal em Porto Alegre, os integrantes do movimento “Fora Yeda- Impeachment Já” gritaram: “Abram as provas. Queremos a verdade”, cobrando mais agilidade, diante da morosidade da Justiça em revelar o envolvimento do Governo Yeda em atos de corrupção.

*** A lavagem da calçada do Palácio Piratini foi impedida por soldados da Brigada Militar (BM). Trinta integrantes da marcha, no entanto, não se intimidaram e com vassouras e baldes de água lavaram o trajeto por onde circulam os veículos diante do palácio e a lateral da Assembleia Legislativa. Nervosos, oficiais da BM chamaram integrantes do Batalhão de Operações Especiais (BOE), a tropa de choque gaúcha, para se postarem diante dos manifestantes, que começaram a gritar, com a ajuda de quem estava perto: “deixa lavar, deixa lavar...pra tirar a corrupção”.




*** Estudantes da Escola de Surdos de Santa Maria se integraram ao protesto pelo Fora Yeda. Um deles subiu no carro de som da marcha e com a tradução simultânea de uma instrutora da escola, pediu o impeachment da governadora e exibiu uma faixa com caracteres na linguagem dos surdos. A faixa dizia: “Contra Yeda”.

*** A Secretaria da Educação, sob ordem da governadora Yeda, enviou soldados da Brigada Militar ao Colégio Japão para impedir que os estudantes do estabelecimento de ensino se organizassem e participassem da manifestação. O fato foi denunciado na fala dos representantes do movimento estudantil em frente ao Palácio Piratini.


Wednesday, June 10, 2009

JOSÉ SERRA TENTA DESTRUIR A USP



O GOVERNADOR JOSÉ SERRA - CUJA ALMA POLÍTICA APARECE RETRATADA ACIMA - TENTA DESTRUIR A USP E USA A FORÇA MILITAR - MAIS UMA VEZ - PARA CUMPRIR SEUS DESÍGNIOS SINISTROS. ACREDITE SE QUISER, ESSE POLÍTICO ALMEJA TORNAR-SE PRESIDENTE DO BRASIL.

QUE DEUS NOS LIVRE DESSA CALAMIDADE!!

PUBLICO A CARTA ABERTA PRODUZIDA PELO DCE DA USP "ALEXANDRE VANNUCCHI LEME", JÁ QUE A GRANDE MÍDIA DESVIRTUA O GRAVE PROBLEMA DE NOSSAS UNIVERSADES, POIS TEM INTERESSES FINANCEIROS NAQUILO QUE VÊ APENAS COMO MERCADO.

ALIÁS, OBSERVEM A VERSÃO CRIMINOSA DOS JORNAIS QUE TRATAM DA AGRESSÃO INACREDITÁVEL, A INVASÃO POLICIAL A UM ESPAÇO QUE GOZA DE AUTONOMIA, VALENDO-SE DO TERMO "CONFRONTO". A LINGUAGEM REVELA A NATUREZA PURAMENTE IDEOLÓGICA DOS NOSSOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO. POR UM LADO, EMPREGAM O MESMO SUBSTANTIVO UTILIZADO PARA NOTICIAR OS CONFLITOS ENTRE POLICIAIS E TRAFICANTES, CONSTRUINDO SUBLIMINARMENTE NO LEITOR A ASSOCIAÇÃO ENTRE O ATO DE MANIFESTANTES EM EXERCÍCIO DE SUA PLENA CIDADANIA COM AS ATIVIDADES CRIMINOSAS DA BANDIDAGEM. O EMPREGO NÃO É INGÊNUO, POIS VISA A IGUALAR MANIFESTAÇÕES POLÍTICAS DE CARÁTER OPOSICIONISTA ÀS PRÁTICAS ILÍCITAS, PORTANTO É UM MECANISMO QUE AJUDA A CONSTRUIR O ATUAL PROCESSO DE CRIMINALIZAÇÃO DAS LUTAS SOCIAIS.

POR OUTRO LADO, VENDEM A IMAGEM DE UMA IGUALDADE DE FORÇAS ONDE SÓ EXISTE UMA DESPROPORÇÃO GIGANTECAS: QUE ARMAS FORAM APREENDIDAS COM OS MANIFESTANTES? QUANTAS GRANADAS ELES DETONARAM? QUANTOS BOMBAS FORAM LANÇADAS?

QUE IMPRENSA DE MERDA NÓS TEMOS!

Zantonc



Carta aberta à sociedade sobre a agressão da PM de Serra aos professores, funcionários e estudantes da USP

Qua, 10 de Junho de 2009 08:23 Author: DCE

Carta aberta à sociedade sobre a agressão da PM de Serra aos professores, funcionários e estudantes da USP

O ensino público no Estado de São Paulo, administrado há quase duas décadas pelo PSDB, vai de mal a pior. A realidade das escolas estaduais, que tem falta de professores e condições péssimas de infra-estrutura, é uma coisa que os pais e professores enfrentam cotidianamente. Com os salários baixos dos docentes e funcionários técnico-administrativos, a realidade da escola pública é péssima.

Com a crise econômica os ataques a educação proliferam. Sob o argumento de enxugar a máquina do Estado para reverter a crise, os governos Serra e Lula atacam os servidores públicos e os investimentos na educação.

Esse padrão péssimo de educação do ensino básico está sendo imposto na USP e no conjunto das universidades estaduais hoje. Há mais de duas décadas a comunidade acadêmica uspiana resiste aos ataques sucessivos dos governos do PSDB que insistem em precarizar o ensino superior do Estado. Através de sucessivos cortes de verbas e medidas autoritárias na forma de decretos, o objetivo desses governos é destruir o ensino superior de qualidade, assim como fizeram com o ensino básico e médio.

A última medida autoritária do governador José Serra causou repúdio em imensa parcela de membros da comunidade da USP e das universidades estaduais. José Serra criou um programa educacional para oferecer diplomas da USP através de tele-cursos chamado Universidade Virtual do Estado de São Paulo o qual apelidou de UNIVESP.

As pessoas formadas por esse programa não terão a obrigação de assistirem aulas em sala com professores para se formarem. A maior parte do seu curso será feita assistindo fitas gravadas para TV, como tele-cursos. O governo Lula também já havia criado milhares de vagas desse tipo nas universidades federais. As dúvidas serão respondidas por telefone e internet.

Nós acreditamos que é impossível formar com qualidade os professores que ensinarão nossos filhos no futuro através de uma televisão e de um computador. Não somos contra a inclusão da tecnologia mas é muito melhor ter um professor presente em sala de aula para ensinar e responder ao aluno. A convivência escolar é indispensável para a formação acadêmica. Esse projeto foi aprovado simplesmente para desobrigar o governo a contratar novos professores universitários e construir estrutura adequada para as aulas. Serra não está interessado em aumentar as vagas da universidade pública para que os filhos dos trabalhadores possam ter um ensino público, gratuito e de qualidade. Todos sabem que quem sustenta a USP são os impostos da população. Sob o argumento da inclusão social e através de uma medida eleitoreira, Serra quer criar centenas de vagas a distância na USP. Para ele os jovens pobres teriam então acesso a universidade, só que a distância.

Nós que já estamos aqui queremos que todos tenham acesso a cursos com professores de carne e osso para que não haja diferenças. Por isso queremos acabar com esse projeto do governo e lutamos para que Serra pare de dar dinheiro para empresários e banqueiros falidos e crie mais vagas na USP para a população pobre e dê mais verbas para a educação. Se alguém tem alguma dúvida de que esse projeto da UNIVESP é ruim, perguntemos ao governador ou a esses empresários se eles colocariam seus filhos nesses tele-cursos. Temos certeza que a resposta seria não.

Por lutarmos pelo direito de todos terem educação de qualidade fizemos um ato no dia 09/06, que bloqueou uma via de trânsito para chamar a atenção da opinião pública para a implementação desses cursos a distância; contra a administração truculenta da reitora Suely Vilela; em unidade com a greve dos funcionários e professores que reivindicam aumento de salário; e contra a presença da Polícia Militar na universidade, que foi acionada pela reitora para intimidar e agredir os funcionários e estudantes grevistas.

A manifestação foi programada para ser pacífica. Nos surpreendemos com o enorme contingente policial para reprimir a manifestação que tinha apenas a presença de servidores e estudantes. Para apaziguar os ânimos jogamos flores na frente dos policiais indicando que não queríamos confusão.

Não houve jeito. A polícia atacou os manifestantes com bombas, tiros de borracha, cacetadas e gás lacrimogênio. Agrediram professores respeitados em todo o país por sua produção científica, funcionários que dedicam suas vidas a manter o funcionamento da universidade e estudantes de vários cursos. Encurralados os manifestantes recuaram para dentro da universidade ao passo que resistiam com luta à atuação violenta da tropa de choque. Uma pessoa foi hospitalizada e outras três foram presas. Desde a ditadura militar que não vemos uma agressão desse tamanho na USP.
Nós queremos afirmar que a universidade é local de produção de conhecimento e ciência, não de polícia. Ao invés de caçar os verdadeiros bandidos, inclusive muitos políticos, o governo prefere agredir manifestantes que defendem a qualidade da educação. A reitoria da USP, que acionou a polícia, deveria se envergonhar de trazê-los para dentro da universidade para agredir seus alunos e servidores, respaldada sob o argumento de desfazer os piquetes de greve aprovados em Assembléias.

Há semanas que pedimos abertura de negociações com a reitoria e ela nos tem negado. Como é possível resolver os conflitos na base do diálogo se a própria administração da universidade é contra o diálogo? E mais: como dialogar contra quem chama a Polícia sem dar ouvidos às reclamações? É assim que se administra a maior universidade da América Latina, na base do cacetete? Por isso exigimos a retirada da Polícia Militar da universidade e que as negociações sejam reabertas com as categorias.

Defendemos também a expulsão da Reitora Suely Vilela do seu cargo devido sua administração truculenta e incompetente. Exigimos a retirada de todos os processos administrativos movidos contra funcionários e estudantes, principalmente a readmissão do diretor do sindicato Brandão, demitido irregularmente.

Esses ataques aos movimentos sociais tem aumentado ultimamente para que os governos e patrões possam jogar a conta da crise sobre a classe trabalhadora. Devemos repudiá-los, assim como devemos repudiar o sensacionalismo e a parcialidade da mídia que até agora tem, na maioria dos casos, se omitido de explicar as causas dos manifestantes e defendido abertamente a violência. Nesse período de caos econômico, demissões em massa e cortes nos orçamentos das áreas sociais esses ataques querem enfraquecer a resistência de quem não se conforma em aceitar uma ordem social marcada pela desigualdade.

Conclamamos a toda a sociedade, às entidades e personalidades a apoiarem nossa luta, repudiando essas ações brutalizantes do governo Serra e da reitoria contra a comunidade acadêmica da USP. Resistiremos até o fim na defesa dos nossos direitos. Nossa luta é para que todos possam ter acesso a uma universidade gratuita, pública e de qualidade, para que os filhos dos trabalhadores tenham acesso a professores ao vivo. Com violência será difícil construir uma educação melhor. Com a palavra o governo Serra e a reitoria da USP.

São Paulo, 10 de junho de 2009.

Diretório Central de Estudantes-livre da USP "Alexandre Vannucchi Leme"








Monday, June 08, 2009

MOVIMENTO INTERNACIONAL PELO IMPEACHMENT DO CARNICEIRO DOS ANDES


Transcrevo abaixo matéria publicada no blog mantido por Luiz González, Ya! Moyobamba (http://diarioya.blogspot.com/). Todos latino-americanos devemos nos solidarizar com os indígenas peruanos, secularmente espoliados e perseguidos pela elite parasitária do Peru. O sr. Alan García, especialista em massacres de presos políticos, agora leva a sua hedionda experiência de corrupção e terror aos habitantes da Amazônia peruana. Deixamos bem claro nosso total repúdio à tentativa de faxina étnica empreendida pelo governo criminoso.
Lunes 8 de junio de 2009

Por asesinatos de nativos denunciaran a García Pérez

Tarapoto Vía Rpm. Alfonso Del Águila.
Aproximadamente a las cuarto de la tarde de ayer domingo siete culminó la asamblea de la Cuarta Cumbre Amazónica, realizada en esa ciudad, en ella se han tomado acuerdos y por unanimidad se acordó decretar una huelga general indefinida en toda la amazonia, a partir del jueves 11 y tambien coordinar con todos los frentes de defensa del país y las centrales sindicales para ponerse de acuerdo e iniciar la huelga nacional en defensa de la patria, de todas sus riquezas naturales, del mismo modo convocar de inmediato a una Asamblea Constituyente Democrática y Participativa que nos permita recuperar el país.
Los acuerdo arribados en esta cuarta Cumbre Amazónica y que se desprenden de la Plataforma unitaria son:

1- iniciar un juicio político y penal contra Alan García, vacancia presidencial por incapacidad constitucional, inmediata denuncia ante la Corte Interamericana de Derechos Humanos, Corte Penal Internacional y Tribunales nacionales e internacionales.

2.- La derogatoria inmediata de los decretos legislativos anti amazónicos.

3 .- Aprobación de ley de Desarrollo Sostenible de la Amazonia.

4.- Cese del toque de queda y estado de emergencia en Bagua y toda la amazonia.

5.- Apoyo efectivo y urgente a heridos, familiares y peruanos asesinados en la masacre de Bagua. Del mismo modo la indemnización a los deudos de los peruanos asesinados.

6.- Corte de juicio y libertad para nuestros hermanos de AIDESEP y Alberto Pizango, declarando héroes amazónicos y nacionales a los peruanos asesinados.

7.- Convocar a una nueva Asamblea Constituyente por una nueva Constitución soberana descentralista, democrática y patriótica

8.- Alto a la criminalización de las luchas amazónicas y sociales. Etc.

Firman dicho documento:
* Semira Pérez - Frecides
* Adilia Tapullima - Fredesaa
* Alexander Leoni
* Humberto Paredes - VRAE
* Rómulo Panduro - Ucayali
Humberto paredes selva central.

TEXTO TRANSCRITO DO BLOG YA! MOYOBAMBA, MANTIDO POR LUIZ GONZÁLES – Endereço: http://diarioya.blogspot.com/

Sunday, June 07, 2009

CONDENAN MASACRE 25 MUERTOS INDIGENAS ABALEADOS PERU AMAZONAS BAGUA 5/JUN/09

ALAN GARCIA, GOBIERNO ETNOCIDA

































Peru' National Police attacked unarmed Indigenous civilians in the Amazon region this morning - more than 38 killed, including 28 Indigenous and 10 police.

DETENGAMOS LA MASACRE CONTRA LOS PUEBLOS INDIGENAS DE NUESTRA AMAZONIA

Soc. Maria Elena Foronda Farro

mforondaf@hotmail.com

Instituto Natura

Ante la masacre perpetrada contra los Pueblos Indígenas de nuestra Amazonía peruana, los integrantes del Instituto NATURA, queremos expresar nuestro rechazo contra la injustificable represión que han sido objeto los hermanos del Pueblo Indígena Awajun en la Selva Peruana en las zonas de Bagua, Corral Quemado y Curva del Diablo represión que habría cobrado mas de 50 victimas entre ellos el Presidente del Comité de Lucha Provincial de Condorcanqui Sr. Santiago Manuim Valera, paradójicamente en el Día Mundial del Ambiente.

Nuestros pueblos indígenas son depositarios de culturas milenarias y han visto vulnerado sus derechos con la promulgación de normas que desconocen el Convenio 169 de la OIT, al querer imponer por la fuerza medidas legislativas, violando su derecho a la consulta previa.

Los pueblos indígenas de nuestra Amazonía están movilizados por la defensa de nuestros recursos naturales y biodiversidad y sus territorios, para evitar su explotación irracional y el ingreso de empresas extranjeras sin regulaciones claras, lo que se consolidara la transnacionalización de nuestra economía, imponiendo como práctica el EXPORTAR O MORIR.

La respuesta del gobierno de Alan García Pérez no se hizo esperar, una vez mas reemplazo el dialogo por la masacre, etiquetando a los lideres como ecoterroristas y perros del hortelano, respondiendo con balas a los argumentos, poniendo en evidencia su incapacidad para resolver los 92 conflictos socio ambientales en el Perú.

Maneja de esta manera un doble discurso ante la opinión pública internacional y entes de cooperación, promoviendo eventos técnicos y cumbres mundiales como APEC, ALC-UE interesados en promover estilos de vida sostenibles, mientras internamente asesinan a peruanos(as) por defender su territorio con dignidad y soberanía, criminalizando la protesta social.

Los asesinatos de nuestros hermanos indígenas revela la INCAPACIDAD DEL GOBIERNO PERUANO para resolver de manera oportuna y pacifica esta situación y pone en evidencia la actitud timorata y claudicante de algunos congresistas que abdican a su rol legislativo al negarse a debatir y derogar medidas legislativas que son lesivas a los intereses de los peruanos y en particular de los pueblos que habitan la Amazonía.

Somos un país megadiverso y pluricultural. Y lo que debería ser nuestra ventaja comparativa se transforma en una amenaza por el saqueo de los recursos naturales sin mayor valor agregado y en botín de intereses foráneos, eliminando del camino los “obstáculos”, aun cuando se tratan de vidas humanas.

Como ciudadanos(as) no podemos ni debemos seguir impávidos ante actos abusivos que atenta contra los derechos humanos y ambientales de nuestros pueblos. Callar seria ser cómplice de un estado autoritario, pues al desconocer los derechos de nuestros pueblos indígenas niegan nuestra historia e identidad.

Repudiamos estos hechos y hacemos responsable al gobierno de los crímenes producidos, a la vez que exigimos se suspenda de inmediato el estado de sitio y detenga la violencia que viene descargando contra nuestros hermanos de la Amazonía.

Exigimos el cese de las persecuciones contra los lideres indígenas y la campaña de difamación contra AIDESEP, aperturando el dialogo con respeto e inclusión de estos pueblos en la toma de decisiones.

Pedimos a la comunidad Internacional, lideres, científicos, gobernantes democráticos, movimientos ambientales y de derechos humanos, personalidades, ciudadanos y humanistas a pronunciarse y movilizarse para impedir este holocausto y ecocidio sobre nuestra Amazonía, respetando el derecho de los pueblos a su libre determinación.

Demandamos la renuncia del Premier Yehude Simons y de quienes resulten responsables por su intolerancia en el manejo de este conflicto que pone en riesgo la democracia en el Perú.

Chimbote, 5 de Junio del 2,009 (Día Mundial del Ambiente)















Indígenas protestam contra o massacre de indígenas por tropas do governo peruano dia 05/06/2009, na Província de Bagua.

Thursday, May 28, 2009

Gilmar Mendes, FHC, Sarney e Dantas.

Sunday, May 17, 2009

MARXISMO E EDUCAÇÃO

CURSO DE EXTENSÃO

MARXISMO E EDUCAÇÃO

Ementa: O contexto histórico de gênese do Marxismo; O Marxismo na Educação Brasileira; Cinema e Marxismo; Marxismo e Questão Ambiental; Marxismo e Cultura Popular; Elementos teórico-práticos para subsidiar a prática docente; Uma Pedagogia Marxista na Atualidade é Possível? (opcional)

Objetivo: fomentar a reflexão crítica diante da relação capital/trabalho à luz de perspectivas históricas, culturais, estéticas, socioambientais e pedagógicas.

Coordenação: LEME/FAETEC/FAPERJ

Corpo Docente: Prof. Dra. Angela Roberti (PUC-SP)/ Prof. Dra. Claudia Piccinini (PUC-Rio)/ Prof. Ms. Glória Tonácio (doutoranda UFRJ)/ Prof. Dr. Marcus Dezemone (UFF)/ Prof. Ms. Nicolas Alexandria (doutorando UNICAMP)/ Prof. Dra. Rosa Neves (UERJ)/ Prof. Dr. Valéria Rosito (UERJ)

Temáticas:

1. O Surgimento do Marxismo e seu Contexto Histórico

2. O Marxismo na Educação Brasileira

3. Cinema e Marxismo – subjetividades modernas e pós-modernas

4. Marxismo e a Questão Ambiental

5. Marxismo e Cultura Popular

6. Uma Pedagogia marxista na atualidade é possível? (opcional)

Público Alvo: Professores da Educação Básica e Superior e estudantes de graduação e pós-graduação.

Carga Horária: 12 encontros de 3h - 36 horas/aula

Certificação: Palestra: cada encontro de 3h; Curso Livre: 75% de presença em 12 encontros; Curso de Extensão: 75% de presença em 12 encontros + trabalho final (24h na carga horária, totalizando 60h).

Período: 12/05 à 30/06 – terças e sextas-feiras.

Horário: 14 às 17h

Local: Auditório da E.T.E. REPÚBLICA - Quintino

INSCRIÇÕES: DESUP – Tel. 2332 4151 e- mail: desup@faetec.rj.gov.br